quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Chuva

video

criação e edição de imagens: Micaela Wernicke Leia mais...

sábado, 3 de outubro de 2009

inten.cidades_03

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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

inten.cidades_02

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inten.cidades_01

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inten.cidades_00

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

falta de que?


nas ruas de lisboa
palavras instigam o pensamento e a observação Leia mais...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

os objetos na memoria dos sentidos.

Esta é minha primeira contribuição para este blog que eu já admiro a bastante tempo. Obrigado pelo convite Anahi. Espero que vocês gostem.

Este post não tem fotos, pois imagens visuais reduziriam muito estas cenas da nossa memória que são repletas de cheiros, sons, texturas, gostos…

Os objetos na memória dos sentidos.

Cheiro de borracha de bexiga que lembra festa de aniversário com fiapos de papel crepom de bala emaranhados, que lembram fiapos de folha de caderno espalhados, junto a sobras de borracha na carteira que, borrada de grafite, lembra as paredes xingadas nos banheiros que lembram o cheiro de fim de festa de rua, com barulho já baixinho de bloco ao longe, que lembra barulhinho de riacho com pedra, mato e cheiro de terra molhada, que me lembra a pele úmida e enrugada como a da minha nona, que lembra o cheiro de avelã verde e vinho em tonel, que lembra adega escura, tão escura quanto o quarto da minha vó, que lembra o som de cuco e o toque de novelo e a novela lá no fundo, na tela que, quando ia tão perto com meu braço, punha meu pelo em pé, como se faz quando se beija pela segunda vez, que lembra da primeira, com o rosto avermelhado, que lembra colchão a secar no varal e a roupa quente e com atrito, que faz recordar da lã a pinicar em cima da gola da camisa, comprada na venda de cidadezinha como aquela da canela no curau ou do curado do queijo branquinho meio folgado sob o plástico molhado que lembra a bóia de braço ao ser posta com força, lembrando o cabelo molhado e esticado da maria-chiquinha ao ser feita, que lembra o banho com o som das gotas quentes sobre o plástico da cortina que encostam já frias na canela, enquanto a toalha com capuz espera pra secar, fazendo lembrar do enxaguar do barbeiro antes de tesourar em movimentos ligeiros com som que lembra morcego em forro de casa velha, daquelas que tem madeira que range no piso e assento de couro escuro que arranha no rasgo ao sentar e, a pele quente sua, quando encosta, como banco de fusca, que lembra a vizinha das caronas à natação, que lembra o cheiro do vapor com cloro e a ponta da orelha, hora fora e hora dentro da touca, que lembra óculos apertado, emprestado em urgência de dia claro com luminosidade que dói atrás do olho, como algumas febres, que lembram o gosto de alguns xaropes que nos fazem odiar o vidro ambar, mas também lembram os chás que entram quentes provocando uma dorzinha gostosa na garganta inflamada, que lembra a dorzinha gostosa do gás da coca tomada em excesso num acesso de calor, que lembra o sol e o mar e a pele irritada junto ao isopor da prancha dos jacarés de antes dos jacarés de de fim de férias com camiseta molhada e rosto descascado que junto ao lençol incomoda o sono, que lembra a cama macia, a coberta quente… o corpo deitado… a luz pouca ao fundo… o pé sem peso… o cafuné… o silêncio… e os diversos sabores dos sonhos…

abs,
BARÃO

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domingo, 30 de agosto de 2009

chega

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

amor de vó

2004.


tempo vivido
permanece
na memória
imagem
revela
amor
transbordadentro
o que é a eternidade?


fotos: mãe-filha feminina do meio
maria do socorro
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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Só vovó salva!



concepção: andré meirelles
fotos: suzana meirelles
tratamento: marco meirelles
vovó: ruth meirelles
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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Gravuras Urbanas - Osasco






Bairro do Rochdale - Osasco, SP.






Praça Duque de Caixias - Osasco, SP.



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sexta-feira, 19 de junho de 2009

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quinta-feira, 18 de junho de 2009

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Forró do Norte domingo no Rio



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domingo, 10 de maio de 2009

O reflexo

Em geral, as cidades se parecem com as pessoas que nelas habitam, carentes de espaços recreativos, cheias demais de informação e fumaça.



Aquela tarde saí mais cedo do restaurante, sexta feira as 18 horas, pensei que o metrô estaria bem cheio, a chuva tinha parado e decidi tomar um café, entrei no bar antigo de teto alto, e paredes de mármore quase branco, escolhi a pequena mesa que eu tanto gosto e nunca acho livre do lado da grande janela.

Olhei pelo vidro ainda molhado um rio de gente indo não sei onde e tive por um instante a sensação de estar numa bolha onde o tempo tem outra densidade, desci o olhar para a pequena xícara tão cheia de si mesma que dava pena despoja-la de seu amargo elixir.

Enquanto dissolvia o cubinho de açúcar lentamente como num ritual japonês, ergui a cabeça para continuar observando a rua, mas, no momento antes de ajustar o foco, dei de cara com um reflexo que parecia me observar indiscretamente. Tinha meus olhos, mas com outro olhar. Estava ali como um turista do espírito me desarmando, tinha sido pego com a guarda baixa e não tive outra que sorrir. Me entreguei a esses olhos como aos de um amante e quis esse homem como a um filho no que durou esse instante com a frescura do alheio e a consciência do próprio, sem tempo suficiente para o juizo.

Aquela visão durou o tempo de dois latidos e subitamente a pessoa no reflexo da janela voltou a ser eu, tão cheio de mim como aquela xícara de café e o metrô de gente cansada

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segunda-feira, 4 de maio de 2009

oni()bus
















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quarta-feira, 29 de abril de 2009

sampa charme e estranhamento.


as luzes refletidas na janela molhada pela garoa de são paulo. charme e estranhamento.


sampa charming

sampa charming

sampa charming

sampa charming

sampa charming

sampa charming

sampa charming

sampa charming

sampa charming

sampa charming

sampa charming
sampa charmingsampa charmingsampa charmingsampa charmingsampa charmingsampa charmingsampa charmingsampa charmingsampa charming

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terça-feira, 28 de abril de 2009

Descontruindo cidades






Descontruindo a cidade
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domingo, 26 de abril de 2009

fotografista

.
.
.
manhã de sol.

beija-flor pára no ar

e desaparece.

.

vão do cimento.

cai do bico uma semente

questão de tempo.

.

somente galhos.

som de folhas secas

cobrindo o chão.
.
.
.
pé no chao quente.

salta, corre, pula

sombra à frente.



.

em busca de imagens......... fotógrafossss da cidade..........
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quinta-feira, 23 de abril de 2009


sobre o chão 
passa o tempo

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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Vide-a-lógica da TV, Rio, eu tb quero vc?

foto: elamica
tratamento: marco
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

memória nebulosa e quente


uma barriga cheia de memória
e muitos carnavais
como esse
ao sol



na foto: os primos fá e dani, da família santos
nazaré da mata - PE, carnaval de 2008

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Acesso ao abandono


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Memória por dentro (um fio puxa o outro...)

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Novidades no cotidiano






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sexta-feira, 3 de abril de 2009

e o comment virou post again ou texto sem pé (nem corpo-cabeça)

a adolescência se perpetua na cultura, somos uma cultura em plena puberdade... mil crises, conflitos, contradições e buscas de sentidos... mil erros grotescos e paixões arrebatadoras... o deslumbre e o assombro com o mundo e a história da humanidade, ou o que se vai sabendo dela...  

todo dia olho em volta pra tentar me ver. 
me assusto com isso de ter gente em toda parte e acho mesmo que não cabe mais ser humano no planeta, que uma hora vai explodir. e acho que a política é uma instituição falida assim como anda, e o pensamento consumista tomou conta das mentes, das ruas, dos edifícios...
pensamentos de vida urbana. 
quando saio de ônibus e metrô sinto que a sede e a cegueira estão impregnadas nas paredes, no ar, no barulho, na moda...

hoje entrei numa loja em promoção procurando um sapato confortável de verdade (será impossível??). dei uma olhada geral e perguntei pro atendente simpático-patético: "tem algum sapato sem salto?" ele tentou entender estranhando minha pergunta e, depois de alguns esclarescimentos, me levou até uma prateleira onde sim, haviam sapatos sem salto. olhei cada um e todos me pareceram o mesmo e todos com uma espécie de bico fino ou de ponta pequena, que claramente aperta demasiado. agradeci e comentei sutilmente me fazendo ouvir: "essa coisa de moda deixa tudo igual em todo canto..." (algo assim). e ele riu. foi bom ter visto alguma reação dele. sinal que ouviu. e se surpreendeu. ou até concorda.
saí meio triste, meio de mau humor... meio sem lugar, assim tão simples: não tem lugar pro meu pé no mundo. meu pé tem que pisar da maneira que dita o mercado e a moda. não é estranho isso?
queria um sapato não só que não apertasse mas que me ajudasse a abrir meus dedos. 
meus dedos do pé querem voar. 
isso é sério.
por umas dessas que resolvi um dia fazer dança. e agora to na peleja de retomar, pra sobreviver melhor e ficar menos triste com a humanidade. (um dia eu conto porque parei de dançar, essa é uma outra e grande história).

queria um sapato que fosse como um grande chão de madeira
e em cima o vasto ar

(esse sapato é pra usar sem meia)
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sexta-feira, 20 de março de 2009

verborragicoisinhas sobre identidade

Origem, destino, CIC, RG, impressão digital, trajetória pessoal, código de barras, (des)orientação política, patrimônio cultural, herança das tradições, arte. Identidade é um traço no tempo e (ou) no espaço? Quem, nos idos da adolescência - e mesmo depois e sempre -, antes de se questionar "para que sirvo" nunca se perguntou: quem sou eu? Quem somos nós? Quem é minha família, meu vizinho, meu amigo da escola, o padeiro, o eleitor, o pobre, o rico, o torcedor de futebol que beija a camisa quando o time faz gol, a mulher contratada para chorar em velórios, o menino malabarista do farol? Quem é o povo da minha cidade? Por que nós somos o que somos? O que faz de nós, nós? (As árvores somos nozes?) O que faz de mim eu? Por que precisamos tanto saber quem somos a vida inteira? Eu sei quem eu sou observando o outro; e eu sei quem eu não sou também observando o outro. Eu sou você amanhã. Sou mais um na maioria ou engrosso a minoria? Sou parte da cultura? Sou produto da cultura? O que é ser brasileiro? O que me faz sentir brasileiro? O que há do meu povo em mim? Quem é minha turma? O que preciso fortalecer/resgatar e que já faz parte de mim? Nome, número, série. Identifique-se, por favor. Sou único? Diga seu nome e a cidade de onde está falando. piiiiiiiiiiiiiiiiiiii



PS:
redes que balançam, rendinhas que se enlaçam, pessoas que se encontram nessas virtuais vitalidades. é que também estou participando de outras redes. entre elas, da rede 'ponto brasil', uma galera que está participando de um laboratório de produção colaborativa de conteúdo para alguns programas da TV Brasil. (Que essa palavra "colaborativa" cada vez mais tenha o peso dela mesma). Para compartilhar com as redes todas que se me enlaçam, postei aqui o texto acima já postado lá para tentar emplacar o tema disparador "identidade". disparo ele aqui e agora! Leia mais...

segunda-feira, 16 de março de 2009

outra cidade


outra cidade, outro tempo, outra viagem.
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sexta-feira, 13 de março de 2009

abre-te césamo


alucinações corporais.
silêncio noturno.
microritual na cozinha.
corpo-expansão.
cotidiano extraordinário.
auto-intervenção.
explosão escondida.
nada de mais.
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segunda-feira, 9 de março de 2009

praia na paulista

2 coletivos lançaram essa
relaxar e tomar sol na paulista
enquanto tudo passa com pressa


fui ver estar lá nessa sexta-feira
calor trânsito alegria estranhamento vespertino
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domingo, 8 de março de 2009

sampa cinza chuva minhocão



sampa cinza 
sob o minhocão
dentro do carro
chuva refresca
tráfego livre
sexta feira
16 horas

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quinta-feira, 5 de março de 2009

eu cotidiano










(tu cotidianas?)


eu cotidiano
pra me apropriar do lugar da vida
eu me espaço na cidade
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a vida cabe numa caixinha



a vida cabe

e descabe de novo


é e já foi
presente do tempo

eu movimento

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e o comment é elevado à postagem

ângulos retos rodopiantes
viagem de Escher

Recônditos vagalumiantes
Amar é;
Memória é;

:
o que involuntariamente escolhemos pra lembrar.


(sobre aquele desenho da memória, do federix:)

ps - música para ouvir e chegar: minha gente cheguei agora / minha gente cheguei agora / minha gente cheguei com Deus / E com Nossa Senhora, iáiá. "Moro na Roça", voz Mônica Salmaso, adap. por Xangô da Mangueira e Zagaia/CD Iáiá Leia mais...

quarta-feira, 4 de março de 2009

álvares penteado


caneta esferográfica e cores digitais
Vista das mesas externas do café do CCBB... Leia mais...

terça-feira, 3 de março de 2009

muitas metades Leia mais...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

carnaval em sampa



o bloco agora vai sacudindo o minhocão (e a câmera)

na foto: sil a mil
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

memórias

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009


Mãe
também é lugar.


Por onde se
fica
vez ou outra,
vem e vai.


E ao mesmo tempo
sempre é.


Tão mar...

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dia há dia

intermiten te
intermi tente
inter mitente
in termitente Leia mais...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

daqui

cada palavra

salta
cada imagem 
dança
na noite
da lembrança


.


(entre os silêncios)
(isolados)
(desenvolvem-se)
(outros mistérios)

(então, saltam)
(reverberam)
(aglomeram pensamentos)
(coletivos)

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São Paulo tem Samba


Vai ter uma festa
Que eu vou dançar
Até o sapato pedir pra parar.

Aí eu paro
Tiro o sapato
E danço o resto da vida.

foto:mica.palavras:chacal
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domingo, 8 de fevereiro de 2009

hai kai I



no pensamento. um esqueleto abandonado – arrepios ao vento. .... Bashô Leia mais...

Manual para um escritor sem ideias

Quando não souber o que escrever
mesmo assim souber que é preciso
começe com um longo silêncio,
e fique em silêncio ate aparecer
uma palavra sincera, necesaria, espontánea
esqueça a complexidade das formas
a sofestifação dialética, escreva como quem grita
como quem goza, como quem chora se for preciso
daí lembre sempre que
quanto menos palavras melhor
as veces basta com uma so
se mesmo assim não aparecer a palavra
dance. Leia mais...


Celebração da desmemoria

Dia traz dia vou esquecendo teu rosto, tua voz, teu perfume, teu andar engraçado se desvanecem lentamente como um bronceado no inverno, como esquecemos a porpria eternidade ao nascer

Celebremos então a desmemoria
brindemos as letras que nao limos
e que logo mais tambem esqueceremos
que sigam seu curso como os rios
que nunca voltam nem duvidam. Leia mais...



O observador

"L'art n'était rien d'autre que la contemplation du monde pénétré par la grâce, éclairé du dedans. Révéler la présence de Dieu derrière chaque objet, telle était la fonction de l'art."
Hermann Hesse (Klein et Wagner)

Tudo é tão claro em algum lugar de nos mesmos
la onde o misterio é conciência imediata
e a mais tortuosa das ensinanças
é legera como a brisa da lagoa

é como pescar sem anzolo
como ser um com o peixe
e estar de acordo

quem compreende a mistriosa escolha
e abraça a dança do tempo
se veste da vida,
é a vida se observando. Leia mais...

trilha de bolso

se estiver ouvindo música, continue
se estiver com fones de ouvido, continue
num lugar barulhento, continue
o silêncio também trilha







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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009



a história é contada por quem vence
com a lembrança, pelo visto, é o inverso
ou talvez esteja certo
quem venceu foi a derrota


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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

outros sonhos

gente, vi esse video por acaso e lembrei de vocês.
dialogando com o que o arthur postou.
um outro tempo que se abre em janelas. no caso, em camas.


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

tudo em volta

olhos
olho reflexo
trifásico
do que vejo
(me vejo)

atenção multiplicada

identidade expandida
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Até que a morte nos separe

Antigamente era mais tranquilo.
hoje o pessoal acha que "não deu certo"
ou indaga-se "oque deu errado?"
R: nada
nada, nadinha...

Ainda mais...
que hoje em dia....
o ser humano persevera até o fim do planeta.
Mas o casamento....
não dura até a metade da pobre existência dos noivos.
"minha filha, você nao fez nada errado...
é só a maldita medicina" Leia mais...

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Kafka e Hitchock hoje!


- For more funny videos, click here

Esse chapa cada dia mais me surpreende! Quando vi pela primeira vez achei que os 2 se encontraram e tomaram um lsd... Mas o lance é o Daniel, vulgo Cisma! Espero que curtam! Leia mais...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

cotidiano ideal



caneta esferográfica sobre papel, 18 x 13 cm
meu cotidiano é desenhar. desenhar na praia, desenhar com os amigos: o cotidiano ideal; começo do ano em peruhybe, de um pequeno caderno de viagens.
mais de mim na garagem...
saudações a todos! Leia mais...

domingo, 18 de janeiro de 2009

PROPOSTA COLETIVA

Com a intenção de nos conhecermos e de todos se apresentarem dentro do próprio blog, lanço 3 temas, servindo de leitmotivs ou de inspirações, para que realizemos cada um pelo menos 3 postagens, pelo menos uma de cada tema, em qualquer linguagem (video, fotografia, texto, poesia, etc.) ou juntando mais de uma linguagem.

Prazo: 15 de fevereiro, uma semana antes do carnaval.
    São as palavra-temas:
  • memória
  • cotidiano
  • cidade

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    sábado, 17 de janeiro de 2009

    Variação de Concreto Armado


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    sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

    um sinal


    placa no chão

    entrefaixas
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